Veja como a pesquisa da Bloomin sobre uso de IA nas empresas virou pauta em Terra, O Globo, PEGN e Valor Econômico
- A Bloomin conduziu um levantamento próprio com 18 empresas de diferentes segmentos sobre o uso de inteligência artificial.
- O estudo revelou que 55,6% das empresas que já adotam IA concentram o uso em criação de conteúdo.
- A pesquisa foi citada como fonte por quatro dos maiores portais do país: Terra, O Globo, PEGN e Valor Econômico.
Resumo preparado pela redação.
Toda vez que a gente fala sobre GEO por aqui, alguém pergunta a mesma coisa: mas isso funciona na prática? Pois é, resolvemos testar na nossa própria pele. Fizemos uma pesquisa com 18 empresas de segmentos bem diferentes entre si para entender como a inteligência artificial está entrando (ou não) na rotina delas.
O resultado foi além do que a gente esperava. Os dados renderam uma pauta forte o suficiente para chegar a quatro grandes portais de notícia, com direito a citação direta da Bloomin como fonte da pesquisa.
E é exatamente esse caminho, da coleta de dados até a repercussão na mídia, que a gente quer contar neste artigo.
Se você acompanha nosso trabalho de GEO e sabe o quanto a gente insiste na importância de aparecer como referência dentro das respostas de IA, vai entender por que esse resultado importa tanto para nós.
A metodologia por trás da pesquisa da Bloomin
O levantamento da Bloomin foi estruturado com rigor metodológico, reunindo respostas de empresas de segmentos como industrial, saúde e bem-estar, metalúrgico, casa e decoração, embalagens, reforma e construção, alimentício e construção civil.
O setor industrial representou metade da amostra, o que conferiu ao estudo um retrato preciso de como negócios tradicionais estão absorvendo a transformação digital.
Os dados mostram um mercado em transição acelerada. Do total de empresas ouvidas, 22,2% já utilizam ferramentas de IA com frequência, 22,2% estão em fase de testes, 38,9% pretendem adotar em breve e apenas 16,7% não têm planos de uso.
O recorte evidencia que a adoção de IA deixou de ser experimental para se tornar prioridade estratégica na maioria dos negócios consultados.
O achado central do estudo, e o que sustentou a repercussão nos veículos de imprensa, foi a constatação de que 55,6% das empresas que já utilizam inteligência artificial concentram essa aplicação na criação de conteúdo e redação, à frente de análise de dados, atendimento ao cliente e automação de processos.
Esse dado posiciona a produção de conteúdo como a porta de entrada mais consolidada da IA no ambiente corporativo brasileiro.
A pesquisa também identificou que 72,2% das empresas reconhecem que seus próprios clientes já utilizam inteligência artificial para pesquisar produtos, serviços e fornecedores.
O dado sustenta um dos pilares da atuação da Bloomin: a convicção de que a jornada de busca do consumidor já não se limita aos mecanismos tradicionais.
Repercussão em quatro dos principais portais do país

A validação de uma metodologia de pesquisa se mede pela capacidade de gerar interesse editorial genuíno, sem apelo publicitário. Foi esse o padrão seguido pela Bloomin na estruturação do levantamento, apresentado ao mercado com contexto, dados e critérios claros de coleta.
O resultado foi a publicação do estudo em quatro dos veículos de maior alcance do país: Terra, O Globo, a revista PEGN e o Valor Econômico.
A citação da Bloomin como fonte primária, presente em todas as publicações, é reconhecida pelo mercado como um dos indicadores mais consistentes de autoridade digital, tanto para leitores humanos quanto para os mecanismos de busca e ferramentas de IA generativa que rastreiam esse tipo de conteúdo.
As publicações também situaram o estudo da Bloomin dentro de um cenário mais amplo, citando um dado do portal Central do Varejo segundo o qual 67% das empresas brasileiras já consideram a inteligência artificial uma prioridade estratégica.
Essa articulação entre fontes reforça o peso do levantamento como referência setorial, e não como conteúdo isolado.
Autoridade em GEO validada por resultado concreto
A repercussão da pesquisa é um retrato direto da competência da Bloomin em GEO. A agência defende, há meses, que aparecer como fonte citada em conteúdo de qualidade, jornalístico e informativo, além de respostas de inteligência artificial é hoje um dos ativos mais estratégicos para qualquer marca, e o próprio estudo comprova essa tese na prática.
O levantamento revelou que 83,3% das empresas participantes considerariam investir em um serviço dedicado a monitorar e fortalecer a presença da marca em ferramentas de IA.
O dado confirma a leitura de mercado que orienta a atuação da Bloomin: presença qualificada em respostas de IA generativa deixou de ser diferencial competitivo e passou a ser exigência de posicionamento.
A pesquisa ainda mapeou o quanto as empresas já monitoram sua própria presença nesse ambiente. Do total, 22,2% já identificaram a própria marca citada em respostas de IA, 22,2% já viram concorrentes citados, 38,9% nunca observaram nenhuma das duas situações e 16,7% nunca chegaram a testar essa verificação.
O resultado expõe uma lacuna de mercado que a Bloomin está posicionada para preencher com sua metodologia própria de SEO e GEO.
Pesquisa própria como ativo estratégico de marca
O caso da Bloomin demonstra, de forma objetiva, o valor de transformar conhecimento de mercado em pesquisa estruturada. A repercussão em quatro grandes portais não resultou de investimento publicitário, mas da solidez metodológica de um levantamento com dado relevante e apresentação criteriosa.
Esse resultado reforça a posição da Bloomin como autoridade em conteúdo orientado a dados, GEO e construção de reputação digital, capaz de gerar visibilidade orgânica de alto valor para marcas que buscam relevância tanto no jornalismo quanto nas respostas geradas por inteligência artificial.
A repercussão da pesquisa da Bloomin confirma uma tendência que a agência já vinha sinalizando ao mercado: dado próprio, bem estruturado, é hoje uma das formas mais sólidas de construção de autoridade de marca.
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